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Conte o problema. Saia com a ferramenta.

O ToolBox é onde qualquer pessoa da Arquitetool cria a ferramenta que precisa para o próprio trabalho — sem abrir chamado, sem esperar a fila, sem escrever uma linha de código.

Acesso pelo e-mail da empresa Você não precisa saber programar A ferramenta é sua
O que muda

A boa ideia não pode morrer na fila.

Todo mundo aqui já percebeu um jeito melhor de fazer alguma coisa. O que costuma acontecer com essa percepção é o problema.

Como é hoje
  • Você percebe um jeito melhor de fazer alguma coisa.
  • Abre um chamado e tenta explicar por escrito.
  • Entra na fila, atrás de tudo o que já estava lá.
  • Semanas depois chega algo parecido com o que você pediu.

Com o ToolBox

  • Você percebe um jeito melhor de fazer alguma coisa.
  • Entra no ToolBox e conta, do seu jeito.
  • Responde algumas perguntas até o escopo ficar claro.
  • Aprova. A ferramenta é construída e vai para o ar.
Como funciona

Quatro etapas, e você só participa das duas primeiras.

A ordem importa: nada é construído antes de estar claro o que precisa ser construído. É a mesma lógica de não levantar parede antes de fechar a planta.

01

Conte sua dor

Em português, do seu jeito. Você não precisa saber o que quer construir — basta saber o que está te atrapalhando.

02

O escopo é fechado com você

Vêm perguntas: quem vai usar, com que frequência, o que precisa aparecer na tela. No fim, um resumo do que será feito, para você aprovar.

03

A construção acontece

Com o escopo aprovado, a ferramenta é montada seguindo os padrões da casa. Você acompanha pelo portal, sem precisar fazer nada.

04

No ar, com endereço próprio

A ferramenta aparece na sua vitrine, com link próprio. Você decide quem mais pode usar.

Onde ela vive

Sua ferramenta nunca fala com o banco de dados.

Essa é a razão pela qual dar autonomia para todo mundo criar não coloca os dados da empresa em risco.

Sua ferramenta

A tela que você usa no dia a dia.

A porta única

Confere quem está pedindo e o que essa ferramenta tem permissão de ver.

Dados da empresa

Só respondem a pedidos que passaram pela porta.

Toda ferramenta pede informação por um caminho único e vigiado — internamente chamado de apis-central. Nenhuma delas tem a chave do banco de dados, então nenhuma consegue ler ou estragar o que não foi liberado para ela. Se um dia uma ferramenta der problema, o estrago fica dentro dela.

Exemplos

Coisas que já dá para resolver esta semana.

Nenhum destes exemplos é grande. É justamente esse o ponto: são os incômodos pequenos e repetidos que nunca chegam ao topo da fila.

Obra
"Toda segunda-feira eu monto na mão o resumo de avanço de cada obra."

Um painel de avanço que já abre atualizado.

Compras
"Não sei quais pedidos de material estão parados esperando aprovação."

Lista de pedidos por status, mostrando quem está segurando cada um.

Financeiro
"Descubro que uma medição atrasou só quando o empreiteiro liga cobrando."

Aviso de medição vencendo, antes de virar problema.

Comercial
"Cada proposta enviada vive numa planilha diferente."

Um lugar só, com o histórico e a situação de cada proposta.

Projetos
"Perco tempo procurando qual é a versão mais recente da planta."

Índice de projetos com a versão vigente sempre em destaque.

Pessoas
"Não tenho como saber quem já fez qual treinamento."

Controle de treinamentos por pessoa, sempre atual.

Segurança

Autonomia com limite claro.

Liberar todo mundo para criar só funciona se as regras de acesso não dependerem de ninguém lembrar delas. Aqui elas são automáticas.

Só entra quem é da casa

O acesso é pelo seu e-mail da Arquitetool. Quem não tem e-mail da empresa não entra — não existe senha para compartilhar nem link que vaze.

Cada ferramenta tem dono

Quem criou decide quem mais usa. Você não tropeça em ferramentas de outra área, e ninguém tropeça na sua.

Cada uma vê só o que precisa

A ferramenta recebe acesso ao mínimo necessário para funcionar. Uma ferramenta de compras não enxerga folha de pagamento.

Perguntas

O que costumam perguntar.

Preciso saber programar?
Não. Se você consegue explicar o problema para um colega, você consegue usar o ToolBox. Nenhuma etapa pede código, terminal ou instalação de programa.
E se eu não souber direito o que eu quero?
Esse é o ponto de partida normal, não um problema. A segunda etapa existe justamente para transformar "isso aqui está ruim" em algo claro o suficiente para ser construído. As perguntas vêm até você.
A inteligência artificial fica rodando dentro da minha ferramenta?
Não. A IA ajuda apenas na hora de construir. A ferramenta pronta é um sistema comum: você abre, usa e fecha. Sem resposta imprevisível, sem custo por uso e sem depender da internet estar boa naquele momento.
Quem pode ver a minha ferramenta?
Você e quem você liberar. Ela não aparece para o resto da empresa por padrão, e você pode incluir ou remover pessoas quando quiser.
E se ela parar de funcionar?
Toda atualização é conferida antes de entrar no ar. Se a nova versão apresentar problema, a anterior continua funcionando enquanto o ajuste é feito — você não fica sem a ferramenta.
Posso mudar a ferramenta depois de pronta?
Pode, quantas vezes precisar. Mudar segue o mesmo caminho de criar: você conta o que precisa ser diferente e o restante acontece igual.
Quanto tempo leva?
Depende do tamanho do que foi pedido. O que não depende é o escopo: ele é fechado na mesma conversa em que você conta o problema, e você sai sabendo o que vai receber.
Comece por onde dói

Traga o incômodo. O resto a gente resolve.

Não prepare nada, não escreva um documento, não pense na solução. Entre e conte o que está te atrapalhando hoje.

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